Medical Express

ISSN (print): 2318-8111

ISSN (online): 2358-0429

Abstract

Application of adiposity indices to a sample of physically active individuals living in the city of Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil

Abstract


OBJECTIVE: To compare adiposity indexes in physical activity individuals to evaluate behavior, diagnostic ability and to determine which parameter best reflects and diagnoses body fatness.
METHODS: A cross-sectional study was performed on 100 physically active individuals (59% female). The participants were submitted to anthropometric and body composition evaluation; we measured weight, height, circumferences, blood pressure and bioelectrical impedance analysis. A physical activity questionnaire (IPAQ, short version) was applied, as well as a questionnaire about the possible use of nutritional supplementation. The data were statistically analyzed, with significance level set at p <0.05.
RESULTS: Mean age, height, weight and BMI were 24.2 ± 6.65 years, 169.5 ± 8.94 cm, 69.1 ± 14.83 kg and 23.9 ± 4.19 kg/m2 , respectively, with a significant difference between the genders, except for age. Most of the subjects were in the normal weight range, with a BMI of 18.5 to 24.9 kg/m2, and were very active. BMIfat correlated better with body fat for males (r = 0.896) and females (r = 0.935), followed by BMI (0.689 and 0.767, respectively) and BAI (0.590 and 0.718).
CONCLUSIONS: Adiposity indexes are viable alternatives for the diagnosis of obesity and should be more explored as fast, practical and low cost measures in clinical practice.


Keywords: Body composition, Fat mass, Adiposity index, Body mass index, Physically active individuals

Resumo


OBJETIVO: comparar os índices de adiposidade em indivíduos praticantes de atividade física para avaliar o comportamento, a capacidade diagnóstica e determinar qual parâmetro melhor reflete e diagnostica a adiposidade corporal.
MÉTODOS: Um estudo transversal foi realizado em 100 indivíduos fisicamente ativos (59% mulheres). Os participantes foram submetidos à avaliação antropométrica e de composição corporal, sendo aferidos peso, estatura, circunferências, pressão arterial e análise de impedância bioelétrica. Foi aplicado um questionário de atividade física (IPAQ, versão curta), além de um questionário sobre o possível uso da suplementação nutricional. Os dados foram analisados estatisticamente, com nível de significância estabelecido em p <0,05.
RESULTADOS: as médias de idade, estatura, peso e IMC foram 24,2 ± 6,65 anos, 169,5 ± 8,94 cm, 69,1 ± 14,83 kg e 23,9 ± 4,19 kg/m2, respectivamente, com diferença significativa entre os gêneros, exceto para idade. A maioria dos sujeitos estava na faixa de peso normal, com um IMC de 18,5 a 24,9 kg/m2, e eram muito ativos. O BMIfat foi melhor correlacionado com a gordura corporal para homens (r = 0,896) e mulheres (r = 0,935), seguido pelo IMC (0,689 e 0,767, respectivamente) e BAI (0,590 e 0,718).
CONCLUSÕES: Os índices de adiposidade são alternativas viáveis para o diagnóstico da obesidade e devem ser mais explorados como medidas rápidas, práticas e de baixo custo na prática clínica.


Palavras-chave: Composição corporal, Massa gorda, Índice de adiposidade, Índice de massa corporal, Indivíduos fisicamente ativos